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Dra. Luelyn

Atendo também consultas de comportamento de cães e gatos, em clínicas conveniadas, em domicílio e online. Dou Puppy Class e treinamento de obediência para que o próprio tutor aprenda a educar seu cão, em qualquer idade.
Consultas de Comportamento – como funcionam.
É um serviço dedicado a ajudar tutores e veterinários a controlar comportamentos indesejáveis dos pets. Posso ajudar a resolver vários problemas, como xixi e cocô fora do lugar, destruição de móveis e jardins, agressividade de todos os tipos, fobias, ansiedade de separação, desobediência, entre outros. A consulta de comportamento envolve uma análise profunda do que está acontecendo, a história do seu pet desde o nascimento, avaliação de temperamento, diagnóstico, prognóstico, discussão das técnicas possíveis para modificar os comportamentos e o estabelecimento de um plano de ação conjunto com o tutor ou veterinário, de fácil execução.
Vamos conversar um pouco antes de agendarmos a visita. Preciso saber se é um problema comportamental, ou precisa ser encaminhado para um outro especialista. Às vezes é um problema neurológico, e deve ser encaminhado ao neurologista veterinário. Para marcamos a consulta é preciso preencher um formulário que me ajude a entender melhor o que está acontecendo e ganharmos tempo, já que o atendimento demora cerca de duas horas. O questionário deve ser enviado por email com até 24 horas de antecedência.

Puppy Class

São aulinhas para filhotes iniciarem sua socialização. O ideal é que sejam feitas em grupos, mas no momento estou dando essas aulinhas somente à domicílio para um aluninho de cada vez.

Elas servem para ajudar os cães a desenvolverem todo o se potencial. Posso lhe ensinar como educar seu cão e tornar ele bem comportado de uma maneira fácil e divertida. Você vai aprender comandos básicos para ensinar seu cão a sentar, deitar, vir quando chamado, ficar e andar na guia sem puxar. Além disso, são abordados tópicos como aprender a fazer xixi e cocô no lugar certo, confinamento, evitar destruição de móveis e objetos da casa, socialização e manejo mais fácil e dócil. É muito fácil você evitar mordidas, latidos excessivos, pulos, que seu cão suba no sofá ou cave seus canteiros. Excelente para tutores de primeira viagem, mas é divertido mesmo para os cachorreiros de longa data. São 6 aulinhas de uma hora cada.

Treinamento de obediência

Basicamente o mesmo que Puppy Class, mas para qualquer idade. Nesse caso, Também são 6 aulas, mas às vezes, são necessárias mais algumas (não por causa dos cães, mas por causa dos tutores!).

FORMAÇÃO PROFISSIONAL

 

Dra. Luelyn Jockyman – CRMV RS15368

Médica Veterinária graduada pela UFRGS, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em 2001.

Pós-Graduação “Lato Sensu” em Clínica Cirúrgica em Pequenos Animais, Universidade Castelo Branco, conclusão em 2014.

Mestre em Ciências da Saúde, com ênfase em Ginecologia e Obstetrícia, na Faculdade de Medicina da UFRGS.

 

ÁREAS DE INTERESSE

Comportamento de cães e gatos

Etologia e bem-estar animal.

 

ESTUDOS EM COMPORTAMENTO ANIMAL

Curso em comportamento de cães e gatos no Westwood Animal Hospital em Kansas City, MO, Estados Unidos, 2001.

Estágio na Clínica de Comportamento Animal do Hospital Veterinário da Cornell University em Ithaca, NY, Estados Unidos, 2002.

ATIVIDADES PROFISSIONAIS

Clínica de pequenos animais e consultas de comportamento de cães e gatos.

Medicina veterinária de família.

Atendimentos à domicílio na cidade de Porto Alegre.

Proprietária da Clínica Veterinária Animaletto de 2004 a 2015. Consultas de clínica geral, cirurgias de tecidos moles.

Médica veterinária na clínica Diskvet de 2001 a 2004.

Consultas de comportamento de cães e gatos à domicílio e na clínica Animaletto desde 2001.

Professora de treinamento de obediência e Puppy Class (aulas para filhotes) à domicílio e na clínica Animaletto desde 2001.

Membro da American Veterinary Society of Animal Behavior (AVSAB).

Membro da Associação Brasileira de Medicina Veterinária Comportamental (ABMeVeC).

Membro da Comissão de Ética e da Comissão de Bem-estar animal do CRMV-RS

PARTICIPAÇÃO EM EVENTOS

Apresentação de pôster no XXXVI Encontro anual de Etologia em Ouro Preto – MG, 2018, “Differences in male and female dog behavior during interaction with a 7-year old child”.

Palestrante na Imaginar Clínica de Diagnóstico por Imagem, Porto alegre-RS, 2016, 17 e 18.

Palestrante na XIX Semana Acadêmica da FAVET UFRGS, 2018.

Palestrante na XVIII Semana Acadêmica da FAVET UFRGS, 2017.

Palestrante na clínica veterinária 100% PET, Campinas – SP, 2015.

Palestrante nas VIII e VIV Semanas de Atualização em Clínica e Cirurgia de Pequenos Animais da Escola de Veterinária da UFMG em 2003 e 2004.

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A Lu

Ao contrário do que você possa imaginar, quem me chama de Lu é justamente quem não me conhece bem. Meus pais me deram esse nome aportuguesado do Llewellyn galês, que era ainda pior antes, grafado LLywellyn. Obviamente, em 1968, ano que eu nasci, o cartório não deixou me registrar dessa maneira (ufa!), e eles escreveram Luelyn. É um nome masculino (não sei o que deu na cabeça dos dois), que significa corajoso, ou relacionado a leão.
Não tenho nada de ascendência britânica. Sou uma super vira-latas, com 50% de sangue alemão (Jochmann, Merg), e o resto uma mistura de polonês (Winieki), italiano (Canini), português (Santos Teixeira) e uma tataravó negra (de Jesus). A pronúncia correta do meu nome é LÚelyn. Como se tivesse acento na letra ú. Mas sem estresse, pode me chamar de Lu se achar melhor, vocês não tem culpa por eu ter sido batizada assim.

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A Tia Lu

Só tenho filhos de 4 patas, mas sobrinhos, tenho muuiiitooooosss! De 4 patas e de 2 pernas! Virei tia cedo, por causa dos meus meio irmãos, mas nunca curti meus sobrinhos até nascer a Aurora, filha da minha irmã, há 10 anos. Acho que ela legitimou o “Tia” em mim. Minha fofa, sou apaixonada por essa ruivinha linda. Ela me chama de Tia Lu, assim como todos os meus pacientinhos e afilhados pets espalhados pelo mundo.

Luelyn Jockymann - Escritora

Na quarta série primária escrevi uma redação e fiquei em terceiro lugar. Ganhei até medalha. Sempre gostei de escrever, e sempre fui desmotivada pelo meu pai. Acho que confundi um pouco esse amor pela escrita com o jornalismo. Eu era muito moça, tinha 16 anos e tive que decidir entre ser veterinária, jornalista ou astronauta (sic). Fiquei em dúvida, mas, depois de achar que não suportaria ver um animal berrando de dor, e uma psicóloga me chamar de volta para Terra, fiz faculdade de jornalismo mesmo. Sou formada, mas não sou jornalista. Mal exerci a profissão. Deu tudo errado. Não vem ao caso, mas, mudei de rumo e, vocês sabem, me tornei a Dra. Luelyn.
Numa outra vida, há muitos anos atrás, participei de um concurso para roteirista da TV Globo e fiquei entre os 6 finalistas. Foi muito importante essa conquista para mim, pois percebi que talvez pudesse trabalhar com isso, sair do amadorismo. Escrevi alguns roteiros para um programa de jardinagem, mas, no fim, ele nunca foi ao ar. Descobri que adoro escrever roteiros, e tenho alguns começados, e outros, já acabados. Sempre fui apaixonada por cinema.

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Enquanto veterinária, escrevi para várias revistas do segmento pet. Respondi dúvidas, escrevi artigos, os quais vocês podem ter acesso no site, clicando aqui. Decidi fazer Mestrado, porque gosto muito de estudar, e, por incrível que pareça, escrever artigos e a dissertação legitimou em mim uma escritora. Foi quase insuportável escrever engessada, sem poder criar. Ao longo dos anos comecei vários contos, e não acabei nenhum. Um editor me perguntou uma vez quando acabaria os textos começados, depois de contar a ele que possuía algumas histórias guardadas, e eu resolvi tomar vergonha na cara. Não só terminei um de ficção-científica, como nasceram outros, e juntos, se tornaram meu primeiro livro. Digo isso porque estou escrevendo o segundo já, e espero nunca mais parar.
Como diz meu marido, não sou nenhum Hemingway, e nem pretendo! Só quero divertir e entreter meus leitores da melhor forma possível. A ficção-científica está fora de moda. Pelo menos aquela que não diz respeito a zumbis e super-heróis. Talvez eu devesse ter escrito um livro sobre auto-ajuda, ou crise existencial feminina. Ah, esqueci de dizer que sou teimosa. Eu sempre li muita ficção-científica. Na adolescência só lia contos Sy-fy. Hoje em dia leio de tudo, mas na época eu queria ser astronauta, lembram?

Baseado em antologias americanas da década de 50 e 60, escrito fora da época áurea da ficção-científica, este livro mistura contos que vão do passado ao futuro, explorando acontecimentos e questionamentos atuais do século XXI. Com uma narrativa leve e criativa, os contos não aspiram nada mais do que o entretenimento. Não espere encontrar monstros e super heróis nas histórias contidas aqui.  São histórias curtas, sem ligação entre si. No meio de andróides, naves espaciais, contatos imediatos e alienígenas, transitam humanos que interagem e vivem experiências do presente e do passado – e até mesmo passagens bíblicas, porém sem nenhuma conotação religiosa. Diversão garantida para nerds e não nerds.

​FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Jornalista graduada pela PUC-RS, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul, em 1988.

Colaboradora eventual das revistas Pulo do gato, Pequenos Cães, Cães e Cia, Meu Pet e afins, com artigos relacionados a problemas de comportamento de pequenos animais.

Escritora, cronista desde que aprendeu a ler e escrever...

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Baseado em antologias americanas da década de 50 e 60, escrito fora da época áurea da ficção-científica, este livro mistura contos que vão do passado ao futuro, explorando acontecimentos e questionamentos atuais do século XXI. Com uma narrativa leve e criativa, os contos não aspiram nada mais do que o entretenimento.